quinta-feira, 16 de março de 2017

Aus einem gebrochenen Herz

Lass uns was schreiben...


ich komme aus einer "zerstörten" Familie. Eigentlich nicht. Was uns am schlimmsten passierte war: meine Mutter und mein Vater haben sich geschieden. Sie waren ja seit langem nicht mehr zusammen, deswegen war es keine Überraschung, als sie endlich Abstand voneinander nahmen. Die Sache ist: aus einem gebrochenen Haus, bin ich trotzdem mit großen Erwartungen auf Beziehungen aufgewachsen. Obwohl es für meine Eltern nicht ging, hatte ich (habe noch) Hoffnung, dass ich irgendwann den richtigen finden könnte. Ich warte immer noch...

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Der, der neben mir war.

Da war ich. Im Bett. Neben mir war ein Mann. Ich konnte ihn spüren. Seine Anwesenheit hat mich voll durchgedreht. Als ich ihn angesehen habe, hat er mir angelächelt. Wunderschön, nett... Er ist zu mir gekommen und hat mich umarmt. Was für ein Gefühl! Ich war da! Endlich in seinen Armen! Sein Geruch machte mich verrückt! So gut war es.
Als er gestoppt hat, mich umzuarmen, habe ich gemerkt, dass er ein anderer Mann geworden ist. Mir war es überraschend, aber der zweite Mann hat mir auch sehr gefallen! Plötzlich fing er an, über eine Frau zu sprechen... Ich wusste nicht mehr, ob ich da bleiben würde oder weg ginge... Was wäre am wichtigsten? Dort, in den Armen meines Geliebtes bleiben und alles andere einfach ignorieren? Oder... Nee, ich kann (leider) keine andere Lösung finden...

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

A gentileza forçada

É ótimo quando alguém percebe uma necessidade nossa, ou algo que facilite nossa vida, e se prontifica a ajudar, a ceder a vez, enfim, a ser gentil.
Mas parece que gentileza é algo ímpar nas pessoas. É raro ver alguém que realmente se coloca para ser gentil. Aquela pessoa que vê um senhor ou uma senhora pelejando para atravessar a rua esburacada com todas aquelas sacolas, andador, debaixo de um sol infernal, e se oferece, tira parte de seu tempo para ajudar.
Nem é preciso uma situação tão extrema assim. Ceder o lugar no ônibus, dar a preferência para o pedestre, deixar o motorista das proximidades mudar de faixa ou fazer uma conversão tranquilamente, deixar um espaço na fila congestionada para que um outro motorista possa ocupá-lo ou passar por esse espaço. Enfim, eu chamaria isso de gentileza "ativa?".

O que seria então a gentileza forçada?

Em um ônibus lotado, você está sentado. Num dado momento, chega uma dona com 5 sacolas, bolsa, três filhos e para em pé bem ao seu lado. Aquele monte de sacolas e bolsa batendo no seu rosto, as crianças gritando, bafo e cheiro de suor terríveis. Você não aguenta mais tanto incômodo e se oferece para segurar as sacolas dela, ou até mesmo cede seu lugar.

Num congestionamento terrível em uma avenida de três faixas, você está na do meio. O motorista do lado está há anos sinalizando que quer mudar de faixa. Apesar de ter visto, você não deixa ele entrar até o momento em que você pensa: "Ah, tá tudo parado mesmo... vai, meu filho, entra." Um pouco depois, um pedestre tenta há mais anos ainda atravessar a rua na faixa. Como parar em cima da faixa não pode, você para antes dela e sinaliza pra pessoa atravessar.

Gentileza forçada: aquela praticada numa situação na qual você só é "gentil" por conta do momento incômodo, pois numa situação confortável, você nem pensaria em dar a preferência, em ceder o lugar ou segurar as sacolas.

E é exatamente esse tipo de "gentileza" que é o mais comum por aí. E o problema é que esses falsos gentis acham que tão sendo absurdamente generosos e conscientes quando fazem essas merdas.

Gentileza não tem hora nem lugar. É só praticar!

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Belo Horizonte, 17/06, ~18h


#BHnasruas #ogiganteacordou

segunda-feira, 18 de março de 2013

As horas que passam

Que tristeza me dá

Encarar o relógio

Saber que o próximo dia

...

Está próximo de começar

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Quase 13 anos

Quase 13 anos de consistência do itinerário da linha 9408.