quarta-feira, 21 de outubro de 2009

F.

http://familyguydownloads.blogspot.com/

^^

Vestibular chegando!!! ¬¬'

E.

Não se trata apenas de tocar um instrumento, mas de interpretar, articular, ter afinação perfeita. Ter música interior.
Às vezes penso que não a tenho e a certeza quase me aprisiona.

...

Certeza, com este post, eu tenho. Pensei que, talvez, chegaria a gostar ou amar. Não ocorreu. Dificilmente ocorrerá.
Não posso dizer ainda. Não consigo.
Não me conformei com a situação.

...

"Antes disso você já tinha dúvidas?"
Os sonhos me responderam. Trouxeram-me à memória fatos passados os quais eu imaginava já ter esquecido.
Meu interesse não é recente.
Já tentei soluções... não posso, simplesmente, ignorar. Não é algo forçado. É puro e espontâneo.
Talvez não tivesse que dizer isso se me aceitasse como sou.

Aqui exibo minha resposta. Não evidente, afinal, não tenho coragem.
Mas nas entrelinhas (ou sobre elas...)
.

domingo, 18 de outubro de 2009

U








B&S

Scotty.

Ok, eu devo admitir: eu o amo. *-*
Já O kevin... pelo menos ele está mais "legal" nos episódios recentes... ¬¬'

xD

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

S. . . .... ...... ........ .......... of

'I wish I could hold him on my arms.'



'- So... it means you love me again!?
- I've never stopped loving you.'

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

O

P.


Em um futuro não muito distante:

- Há algum tempo, eles buscavam a cura, como se houvesse uma cura.
- É verdade?
- Era. Naquela época, era muito difícil aceitar algo assim. A humanidade tem muita resistência em aceitar situações novas, tecnologias recentes ou futurísticas, ideologias, seja o que for. E mais: tem a péssima necessidade de espalhar aquilo que identificam como o certo. Alteram culturas, oprimem minorias.
- Mas por que isso?
- Ora, é o medo. Medo de que algo dê errado, de que essas minorias venham a alterar algo, caso consigam concretizar seus desejos. Às vezes, é até mesmo inveja. Aqueles que não conseguem se expressar, ou o fizeram de um modo árduo e cheio de sofrimento, querem que seus posteriores sofram e fiquem calados também.
- Mas se todos tivessem o que querem, o mundo seria um caos!
- Sim. Por isso criaram seres superiores capazes de punir aqueles que "saem da linha". O medo constante de ser julgado ou punido impede as pessoas de fazerem algum mal, mas num primeiro momento apenas. Veja quanta destruição os humanos causaram uns aos outros. Guerras, assassinatos, vingança, qualquer ato prejudicial a outro humano. É necessária uma história bastante persuasiva para manter a ordem, um livro de "como agir", caso contrário, como saberiam o que é certo e o que é errado? Surgiram, assim, os livros que ditam religiões.
- Religiões?
- Religião é um conjunto de verdades para uma pessoa, as quais ela utiliza como um guia para vida. É possível que cada um construa seu próprio guia, mas o ser humano é muito influenciável. Suas opiniões são sujeitas a mudanças com o passar do tempo, ou ao enfrentar diferentes situações. Algo deveria ser feito para que uma verdade fosse verdade para sempre, imutável. Para isso, foram criados os livros religiosos, os quais, por serem escritos a partir de sinais do ser superior, seriam inquestionáveis, imutáveis e, assim, poderiam ser adotados por todos.
- Mas isso aconteceu? Esses livros foram mesmo adotados por todos os humanos?
- É claro que não. O mundo é enorme. Em épocas nas quais os meios de transporte eram limitados aos pés, animais e carroças, a divulgação de uma religião era apenas local. Assim, nas várias partes do planeta, diferentes religiões surgiram, cada uma com base na realidade a qual as pessoas viviam. Uma realidade local, bastante limitada. Os humanos, porém, independente da região em que se encontram, possuem os mesmos instintos. Como qualquer animal, o ser humano tem instinto de sobrevivência e é capaz até de matar seu semelhante para garantir a vida. Por ser algo universal, visto em qualquer região do planeta, encontramos questões relacionadas ao assassinato em qualquer religião. E por ser algo que atrapalha a vida em comunidade, é condenável em todas elas.
- Não entendo. Se é condenável, por que, mesmo assim, matava-se tanto?
- Por causa da divergência de interesses. Tente entender: você gosta de seu modo de vida?
- Claro! Não condenamos ninguém aqui na comunidade. Todos vivem em paz...
- Imagine, agora, se alguém, de um lugar distante, aparecer por aqui. Uma pessoa com costumes completamente diferentes dos seus. O que faria?
- Eu a aceitaria de boa vontade e apresentaria nossos costumes a ela.
- E se essa pessoa, de alguma forma, ameaçasse teus costumes? Quebrasse algumas regras que regem tua comunidade, quebrasse algumas verdades?
- Não sei...
- Em tua comunidade, todos têm direito de se expressar e direitos iguais, certo? Esse "invasor" também teria?
- Mas é claro, é algo universal, não? Os direitos iguais?
- Então ele poderia praticar aquilo que acha que é certo, afinal, estaria apenas se expressando e todos teriam que respeitá-lo, já que os direitos são os mesmos.
- Sim, mas se ele provocasse algo que ameaçasse nosso modo de vida, também teríamos o direito de expressar nossa opinião a cerca da situação.
- É claro. Mas ele ainda teria o direito de revidar. Com o passar do tempo, você não ficaria um pouco incomodado?
- Ficaria, sim!
- E o que faria?
- Bom, eu tentaria convencê-lo de que aquilo que ele faz é errado.
- E se ele não quiser se convencer disso? E se continuasse a ameaçar a ordem da comunidade?
- Não sei... teríamos que detê-lo de algum modo.
- Sim, tentariam excluí-lo de alguma forma, afinal, ele é uma potencial ameaça para a comunidade. O que faria você tomar uma atitude drástica em relação às mudanças que ele pode provocar?
- Não sei... medo de que algo mude e de que essa mudança me prejudique de alguma forma...
- Exato! Vê? Você não é muito diferente do resto da humanidade de tempos atrás. A Inquisição, as Guerras, atentados, assassinatos locais e outras atrocidades que ocorreram... muitas foram por causa do medo de mudanças e da vontade de cada um fazer prevalecer aquilo que acha ser a verdade! Você apenas respeita as culturas diferentes, porque está longe delas. Um cidadão de outros costumes apareceu em sua comunidade, ameaçou provocar alguns distúrbios e a ideia de excluí-lo veio à sua mente.
- Entendo... enquanto uma cultura não ameaça outra, não há razão para conflitos, mas o choque que temos ao cruzá-las é como uma faísca prestes a acender um barril de pólvora.
- Nos tempos passados, quando surgiram as religiões, não havia muitos choques culturais, mas com a globalização, passamos a ver o que acontece do outro lado do mundo. E se, lá, praticam algo que para nós é absurdo, é contra nosso modo de vida, nossa religião, nos sentimos incomodados. A situação piora quando a religião ensina que devemos propagá-la para o mundo, pois, assim, nos sentimos na necessidade e obrigação de interferir nessas outras culturas, ameaçar o modo de vida que elas proporcionam. Como você, essas culturas tentariam excluir o que as ameaça (o homem de outra cultura). Temos, então, um conflito.
- Mas enquanto tivermos diferentes religiões e culturas, haverá conflitos!
- É fato, sim. Mas veja o quanto o mundo mudou. Desde o início, havia aqueles que não concordavam com a religião do local onde nasceram. Pessoas que lutaram pela igualdade de classes e direitos, lutaram pelo direito da vida, pelo direito de se expressar e que, com isso, desmascararam muitos mitos que assombravam as sociedades. Algumas religiões passaram a ser interpretadas de outras maneiras, ficaram mais abertas às situações diversas.
- Enquanto houver divergência de pensamentos, haverá conflitos, isso é fato.
- Sim, e por isso devemos estar dispostos às mudanças. Devemos ser capazes de enxergar além do que os livros religiosos nos ensinam, nos colocar no lugar dos outros ao tomar qualquer decisão. Somente assim seremos capazes de compreender uns aos outros e ver que há fundamento naquilo que nos negamos a aceitar. Um sábio, certa vez, disse: "A História pertence aos mais fortes".
- Entendo. A História se iniciou com a escrita. Com as várias guerras do passado, os vitoriosos destruíam os registros dos perdedores e, com isso, muito foi perdido. Aquilo que os vencedores consideraram errado ou como ameaça a suas crenças foi destruído.
- Exato. A Igreja destruiu livros da Bíblia, e por quê!? Nunca saberemos, afinal, foram destruídos.
- Talvez achassem que esses livros poderiam trazer dúvidas quanto à existência de seu deus ou contradiziam outros livros ou passagens.
- É algo que nunca teremos certeza.
- Mas me diga, por que achavam que havia uma cura?
- Ah, sim... acabei me desviando um pouco do assunto. Naquela época, a homossexualidade era vista como doença, como algo não natural. Religiosos extremos tentavam exorcismos e os mais extremos ainda, assassinato. Mesmo com a divulgação de que vários animais apresentavam comportamentos homossexuais, muitos se recusaram a aceitar. E veja, o acesso à informação não era privilégio de todos. As camadas mais pobres da população se enclausuravam no que os mais velhos, religiosos e conservadores diziam. É claro que também existiam aqueles que se recusavam a aceitar os homossexuais, seja por ignorância ou por influência de uma sociedade preconceituosa. Seriam necessários estudos de Psicologia e Antropologia aqui, e já um pouco tarde para isso.
- Como podiam pensar algo assim? Atração não pode ser forçada, nem pode o amor! Tenho uma namorada e sei bem como é isso. Que bom que os tempos mudaram, não?
- Que bom que os tempos mudaram.
- Mas há muito o que mudar ainda, não é?
- Verdade, mas vamos dar tempo ao tempo...
- Boa noite, pai. Te amo!
- Boa noite filho. Te amo, também.

...

- E então?
- *Sorriso*. Ele tem uma ótima personalidade.
- E por que não teria? É nosso filho, ora!
- Amo-te.

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sexta-feira, 9 de outubro de 2009

U


Talvez esteja na hora... ou não. Quem há de saber isso? Deveria ser eu, sim, mas não sei.
Muito enigmático, voltas em demasia.
Poucas (pouquíssimas) palavras.
Dizer as minhas verdades. Todas elas.
É fato que não sei, não faço ideia do que pode acontecer... ou deixar de acontecer.
Perder uma oportunidade por dizer aquilo que seria apenas uma possibilidade... Valeria a pena?
Talvez se percebesse... Quem sabe sente algo como eu... ao menos parecido. Uma pontinha de desejo, uma visão de futuro. É o que quero, um futuro assim, como diriam em Crepúsculo e continuações: o amor e a paixão são tão grandes que é quase impossível respirar sem estar na presença da pessoa amada.
Não amo. Não ainda, e talvez demore muito. Mas quero amar. E me deixo ser amado.

Fato: preciso muito contar para alguém.
Fato: os anos se passam... preciso viver.

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G

Je suis...

Je ne parle pas le français
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Cependant, je... Comme les h...