quarta-feira, 29 de outubro de 2008

I like it?

When I first kissed someone, I was a teenager, and I though it was disgusting...

I've tried some... variety...
I kissed the first... I liked it
I kissed the second... Didn't like it, too "dead" for me
Then I kissed the third... Such a great kiss!
I kissed the fourth then... and I did hate that.

Who am I now?
Don't know.
I like the one who sits in front of me.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

...


"I don't want a life full of sex...

Well, maybe a little.

What I want most...

Is the love of a..."
We need to live a life of love, not a lie.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Um mundo chamado meu

Estava a pensar ontem.
Não me lembro o porquê, mas me veio à memória algo que alguém antes disse, numa discussão rápida e um tanto insensível.
Isso fez com que eu organizasse algumas idéias daquilo que eu tenho disposição (ainda que, no momento, por infelicidade, muito pouca) para defender.
Idealizei um mundo e como ele seria.
...
Algumas pessoas as quais conheço são muito focadas em algumas "tradições" e dizem não aceitar mudanças, mas se mergulham nelas.
Há quem não aceite alguns modos de vida contemporâneos, algumas realidades deste século. O porquê!? Dizem seguir tradições com aquela fala: "Foi assim até agora e não pode mudar."
Hum, alguns dizem isso por conta do que acreditam ser o certo e o errado. Então pergunto: essas pessoas já não estão mergulhadas em uma vida quase que totalmente diferente daquela tradicional? Alguns valores se conservam, claro, mas o modo de vida difere e muito. Basta dar uma olhada na sala e ali está uma televisão. O computador também não se safa dessa. E quanto aos hábitos? Os jovens se divertem das mais diferentes formas. Apenas em famílias extremamente conservadoras é que eles são 100% caseiros. E não digo que essas "saídas" sejam ruins, muito pelo contrário, apóio isso.
Daí vem a pergunta: se essas mesmas pessoas já aceitaram tantas mudanças aqui e ali, seja nos hábitos ou nos bens materiais, por que razão não podem abrir um pouco mais suas mentes?
Isso tudo é modo de vida. Uma pessoa que foi criada em um meio capitalista aprende, desde cedo, valores e hábitos desse meio. Para ela, esse é o mundo normal. Se quiséssemos implantar o socialismo no modo de vida dessa pessoa, a possibilidade de ela apresentar resistência é enorme! São poucos aqueles que aceitam mudanças nos hábitos ou no que estão acostumados a ver, sentir e ter. Essas mesmas pessoas, tão acostumadas com suas vidas, tornam-se, então, super resistentes a quaisquer mudanças que possam trazer-lhes prejuízos. Outras, recusam-se a aceitar outras realidades simplesmente por recusá-las.
Não as culpo por serem assim, afinal, elas foram criadas em uma sociedade que há muito "implanta" conceitos em suas cabeças.
Direto ao ponto: não acho errado um casal gay adotar uma criança. Que prejuízos isso traria?
Dizem que a criança pode ficar confusa. Ah, mas qual o motivo dessa confusão? Veja uma família heterossexual: se o pai tem idéias diferentes das da mãe, o filho fica confuso. Afinal, ele pode ou não pode fazer algo? Por que o pai acha certo, mas a mãe acha errado?
Bom, caso o casal homossexual seja controverso, o mesmo tipo de confusão pode aparecer no filho.
Diferenças até agora? Nenhuma.
Imagine, então, uma esposa que perdeu o marido. O filho não teve um pai presente, não soube o que era ter pai e cresceu muito bem sem tê-lo. Esse menino, no entanto, vai para a escola, lugar no qual ele vai se deparar com garotos que possuem pai. Ele, então, ao ver os outros garotos fazendo atividades pai-filho, começa a sentir falta de algo que nunca teve. Mas como é possível sentir falta do que nunca se teve? O pode ocorrer é que o menino, ao ver as outras crianças brincando felizes com seus pais, se imagina fazendo aquilo também. E daí começam as afirmativas do tipo: "Se eu tivesse pai, seria feliz!"
Opa! O que acaba de ocorrer? Percebem que, o que afinal fez o menino ficar confuso foi o fato de a sociedade (outras crianças com seus pais) passar a imagem de que crianças com pai são mais felizes do que as que não o possuem? O garoto era feliz até então, mas como há uma ordem de que famílias devem ter uma mãe e um pai para serem realmente uma família, o pobre do menino começa a se sentir confuso e pode até excluir-se ou ser excluído por não ter pai, fato que nunca interferira em sua vida até então.
Vejamos, agora, uma família com pais homossexuais. O menino foi criado por dois pais (ou duas mães). Esta é a realidade dele, por isso, o garoto não vê nada de anormal nisso. No entanto, num belo dia, esse garoto vai para a escola. Lá, ele conhece que outras crinaças tem pai e mãe. O menino chega em casa e pergunta o porquê daquilo, por que as outras crianças tem pais diferentes. Os pais explicam ao garoto o fato de sua adoção (que reagiria como qualquer outra crinaça adotada) e que as pessoas eram livres para amar quem quisessem, independente do sexo. Alguns são atraídos por mulheres, outros, por homens, mas não há nada de mau nisso.
O garoto volta, então, à escola. Para sua infelicidade, outros alunos descobrem que seus pais são homossexuais e começam a fazer críticas e brincadeiras de mau gosto. Ele, então, fica confuso (meus pais disseram que não há problema, que o que importa é o amor. Mas quando chego aqui, sou vítima das outras crianças. Por quê!?). O garoto, até então feliz com sua vida, começa a ver que, se ele tivesse pais heterossexuais, seria igual aos outros e não sofreria com as brincadeiras deles.
Opa! Analisemos a situação:
Onde as crianças, filhas de heterossexuais, aprenderam que a homossexualidade era errada e, por isso, motivo de piada?
Basta ligar a TV. As novelas, as séries, os filmes, os programas de comédia, todos passam a imagem de uma família e sociedade ideais. A população que assite àquilo e, com medo de não se encaixar, de ser diferente, adere o modo de vida ideal. E não é culpa só da TV, não. As famílias tradicionais também carregam parte dessa culpa. São famílias do tipo: "Deu certo até agora. Deve ser assim e pronto." que se recusam a aceitar e a respeitar os outros e acabam por passar isso aos filhos e privá-los de imagens que tenham o intuíto de fazer um casal homossexual ser como qualquer outro. Assim criam-se novos preconceitusos.
Duas crianças confusas.
Difenças: nenhuma.
Semelhanças: uma: âmbas as crinaças se imaginam em uma vida teoricamente mais feliz, afinal, é o modelo de vida gravado pela sociedade.

Concluo: o que é visto como diferente é fruto de uma idéia já formada por uma sociedade cega e resistente a mudanças. Como disse Y.R.: "O Mundo está podre."

sábado, 11 de outubro de 2008

...


Cansam-me os dias em que chego em casa, sozinho.

Não há mensagens, não há quem ligue.

De nada adianta ligar o PC... não há ninguém lá.

Queria saber conversar. Seria bom!

Não invejo os fluentes...

Apenas queria ser como eles.

Alguém ao meu lado?


Paro e penso: quando ficar velho, o que há de me salvar?

A morte pode chegar e ninguém vai perceber

Ou sentir falta, afinal, estou só.

Só, nos momentos em que não há ninguém... só...

O que me resta, então?

Mergulhar-me em solidão... sim.

Frustra-me ver que, nas horas vagas, meu único companheiro sou eu.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Outro mundo


"Mudei-me para outra cidade. Não conhecia ninguém, ou melhor, eles não me conheciam. Pude ser eu mesmo. Vi e senti o queria, sem ter alguém ao meu lado dizendo que não.

Para minha infelicidade, foi apenas imaginação."

sábado, 4 de outubro de 2008

Dia triste (final)


Cada vez que me aproximo, que vejo, que toco...

me engano, na esperança trágica de pensar que, talvez (só talvez!) queira algo comigo (como eu queria)

Me encanto com a presença, um "oi" ou um "até"

Só que...

Não posso dizer nada...

Não posso obrigar alguém a fazer algo

Tenho apenas que me contentar

Ou lamentar...

Respirar fundo, tentar seguir...


...


Teatro hoje. Muito bom!

Por que as pessoas riem em situações que envolvem sexo ou palavrões?! (algo para se discutir!? Estudar?)

Enganei-me outra vez... não faz meu tipo...

Perdi minha carteirinha do colegio... na rua! caiu do meu bolso (droga ¬¬')

Aiai