E lá estava eu, sentado, inocente, à porta de um banco, quando fui abordado por dois policiais. Um deles me pediu a identidade. Quanto ao outro, nossos olhares se cruzaram. Seu olho verde inacreditavelmente penetrante. Suas mãos, aparentemente perfeitas, seguravam um cigarro, o qual o momento estragou. Nada para ele, porém algo para mim.
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Um dia de muitos olhares e vontades.
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Não fui ao churrasco do período. Não gosto de festas assim.
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