Hoje é o último dia do ano... Posso dizer que foi um ano maravilhoso quando olho o monte de acontecimentos na minha vida. Foi como um despertar de habilidades e sentimentos. Não quero, é claro, deixar tudo como está. Tenho vontade de crescer (e muito!), em todas as áreas em que está minha vida envolvida.
Como todo bom e velho clichê, eu espero muito mais do ano que se aproxima. Já escuto os fogos de artifício e não são nem 20h (que povo apressado, não?!)!!
Devo agradecer, por tudo o que me aconteceu, aos meus pais, meus amigos, professores, colegas... a uma outra pessoa em especial ^^...
Sinto-me incentivado para com o que vem a seguir. Não faço muitos planos, tenho minhas preocupações com o futuro, claro, mas evito planejar demais. Quero viver o presente. Acordar, viver e ir dormir sabendo que eu fiz o meu melhor no dia que passou, que aproveitei bem as pessoas e as experiências, tentar não guardar rancores, mágoas ou arrependimento. Ter uma vida melhor, ser uma pessoa melhor. Enxergar o que a vida tem de melhor.
Grato, 2010.
Um bom ano
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
sábado, 25 de dezembro de 2010
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Dia terceiro
Há três dias ele se foi. É como se uma parte de mim estivesse faltando. Foi assim no primeiro dia, foi assim no segundo e está assim no terceiro. Não sei se vai melhorar ou piorar com o passar do tempo. São dois meses, quase, nos quais devo me distrair ao máximo para não me entristecer. É difícil! Lembro-me dele o tempo todo... espero suas ligações ansiosamente. Quero tê-lo novamente perto de mim.
Ah, dias...
Ah, dias...
sábado, 23 de outubro de 2010
domingo, 1 de agosto de 2010
E Hoje...
... eu disse a minha mãe... Bom, na verdade, ela me disse. Cheguei de viagem, deixei as coisas no quarto, dei um mega abraço nela, outro mega abraço, olhei bem nos olhos dela e eis o diálogo:
M: O que foi? - desconfiada.
Eu: Eu tenho algo para falar... - receoso.
M: Pode falar, o que é?! - com um mero sorriso.
Eu: Hmmm...
M: Eu imagino o que seja...
Eu: Ué, então eu nem preciso falar... o que você imagina que é!?
M: Não, ué, você que tem que me dizer...
Eu: O que você acha que é?
Bom, esse drama continuou por um bom tempo... até que:
Eu: Ah, não... deixa pra lá, se você já sabe, eu nem preciso falar... -levantei da cadeira.
M: Volta aqui! - ela me puxou de volta - Eu falo então... você confirma...
Eu: O que é então!?
M: Sobre sua preferência sexual.
Eu: *MEGA CHORO!!!*
M: *Discurso compreensível, amigável e extremamente amoroso...*
M: O que foi? - desconfiada.
Eu: Eu tenho algo para falar... - receoso.
M: Pode falar, o que é?! - com um mero sorriso.
Eu: Hmmm...
M: Eu imagino o que seja...
Eu: Ué, então eu nem preciso falar... o que você imagina que é!?
M: Não, ué, você que tem que me dizer...
Eu: O que você acha que é?
Bom, esse drama continuou por um bom tempo... até que:
Eu: Ah, não... deixa pra lá, se você já sabe, eu nem preciso falar... -levantei da cadeira.
M: Volta aqui! - ela me puxou de volta - Eu falo então... você confirma...
Eu: O que é então!?
M: Sobre sua preferência sexual.
Eu: *MEGA CHORO!!!*
M: *Discurso compreensível, amigável e extremamente amoroso...*
Eu amo minha mãe.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Não...
... conheço, nem sei do que você está falando.
Ainda fico a imaginar o motivo que o levou a isso. Recuso-me a acreditar em sua superficialidade, mas uma resposta dessas é absurda: "Faz me sentir bem." Que coisa mais abstrata, se essa for a palavra cabível aqui. E quando, imagino, para de se sentir bem? O que teremos? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?
Escondidos e obrigados a caminhar na sombra, distantes um do outro. É o que somos.
Ainda fico a imaginar o motivo que o levou a isso. Recuso-me a acreditar em sua superficialidade, mas uma resposta dessas é absurda: "Faz me sentir bem." Que coisa mais abstrata, se essa for a palavra cabível aqui. E quando, imagino, para de se sentir bem? O que teremos? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?
Escondidos e obrigados a caminhar na sombra, distantes um do outro. É o que somos.
domingo, 30 de maio de 2010
V.
Uma ligeira impressão sobre o Concerto para Viola em Si menor, de Casadesus:
o concerto traz um discurso triste, como se o solista estivesse segurando suas lágrimas a cada frase, engolisse esse choro, mas voltasse a se desesperar, ainda que com um tanto de contenção. Parece-me a tristeza de um inocente, uma pessoa sem qualquer maldade sobre os acontecimentos ou pessoas e que está em sofrimento após ter seu mundo "perfeito" quebrado, de ter se chocado com as hostilidades além da porta de casa.
o concerto traz um discurso triste, como se o solista estivesse segurando suas lágrimas a cada frase, engolisse esse choro, mas voltasse a se desesperar, ainda que com um tanto de contenção. Parece-me a tristeza de um inocente, uma pessoa sem qualquer maldade sobre os acontecimentos ou pessoas e que está em sofrimento após ter seu mundo "perfeito" quebrado, de ter se chocado com as hostilidades além da porta de casa.
I.

Ah, como é complicado gostar de alguém...
Uma precaução, não sei de onde, aparece. Talvez por medo de gastar tudo o que tenho nas primeiras conversas, nos primeiros atos. O que há de acontecer quando eu não mais puder surpreender? Não que as surpresas devam ser a base de um relacionamento. É quase (quase) impossível ser uma pessoa cheia de surpresas. É como guardar, esconder seu verdadeiro eu e deixá-lo escapar aos poucos. Há um grande risco ao se fazê-lo, pois a pessoa na qual seu companheiro acreditava ser você pode se revelar como uma completa estranha.
E mais um medo se soma. O medo de que a relação, agora um tanto mais próxima, se vá por conta dessas surpresas. Uma contenção involuntária do ser, pelo menos no início, se estabelece. Você tenta impressionar o outro de alguma forma, para que ele não perca o interesse, o gosto por você, e começa a filtrar os dizeres, a escolher as ações e, até mesmo, a simular os gestos.
Você percebe que aquilo dá certo e continua com essas pequenas mentiras, esperançoso de que o relacionamento há de crescer e de que aquelas pequenas falsidades desapareçam com o tempo. Mas elas não desaparecem. Você se tornou um grande mentiroso a partir da primeira simulação e a mentira cresceu em você, a tal ponto que não se consegue mais distinguir a verdade da falsidade.
Apesar de já ter lido muitos livros, ou assistido a vários filmes e programas de TV, nos quais as personagens vivem uma mentira por toda a vida sem ruir, apenas corroendo-se internamente, mas sem deixar absolutamente nada transparecer ao companheiro, não acredito que seja verdade. Seria necessário um ator tremendo, cuja vida fosse pura interpretação, para se conseguir ser algo que não é.
Acredito que uma pessoa comum, vítima de paixão, frágil em relação ao amor, não consiga tal feito. Ela há de se mostrar um dia e, quando essa verdade surgir, aí sim começa o relacionamento verdadeiro... ou o fim dele.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
P. I.
Ah, drama infernal.
Não gosto (se gostar for a palavra) o suficiente de mim para deixar que outros o façam.
Deprimo-me a cada segundo que fico na solidão.
Então, nada é o que consigo fazer. Vou para outro mundo. Um mundo meu, apenas, onde estão aqueles de quem sou mais próximo. Não converso, porém, com essas pessoas. Tenho medo que elas se entediem com minha falta de graça ou conhecimentos.
Fecho-me em meus pensamentos, negros pensamentos, dos quais apenas uma luz pode me salvar.
O amor.
Não gosto (se gostar for a palavra) o suficiente de mim para deixar que outros o façam.
Deprimo-me a cada segundo que fico na solidão.
Então, nada é o que consigo fazer. Vou para outro mundo. Um mundo meu, apenas, onde estão aqueles de quem sou mais próximo. Não converso, porém, com essas pessoas. Tenho medo que elas se entediem com minha falta de graça ou conhecimentos.
Fecho-me em meus pensamentos, negros pensamentos, dos quais apenas uma luz pode me salvar.
O amor.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
C.
De fato, ser verdadeiro com as pessoas, principalmente com aquelas que querem se aproximar e com as que já são próximas, é um grande passo para uma relação forte, afinal, há muito que a vida profissional não é capaz de suprir.
Isso se evidencia mais em todas as vezes as quais um terrível sentimento de depressão bate. Nessas horas, assim como em muitas outras, precisamos de um amigo, ou vários, se possível for. O que fazer, porém, quando se é incapaz de criar uma amizade? Quando não se consegue dizer o que quer, não se consegue mostrar esse "eu verdadeiro"? Definitivamente é uma das piores situações possíveis. O relacionamento se torna, aparentemente, superficial e uma das partes pode ver justamente isso, essa superficialidade, sentir-se enganada e deixar o amigo-superficial para trás.
É fato que tenho problemas para conversar, talvez por medo do que pensem de mim. Mas nesse suprimir de verdades, posso, na verdade, acabar por fazer amizades forçadas, que é o pior tipo o qual pode existir.
Quero relacionamentos verdadeiros, sim, mas teria que apresentar às pessoas fatos que eu mesmo insisto em ignorar.
Não os ignoro. Excluo-me de minha própria vida.
Pergunto-me: seria eu mais feliz?
Isso se evidencia mais em todas as vezes as quais um terrível sentimento de depressão bate. Nessas horas, assim como em muitas outras, precisamos de um amigo, ou vários, se possível for. O que fazer, porém, quando se é incapaz de criar uma amizade? Quando não se consegue dizer o que quer, não se consegue mostrar esse "eu verdadeiro"? Definitivamente é uma das piores situações possíveis. O relacionamento se torna, aparentemente, superficial e uma das partes pode ver justamente isso, essa superficialidade, sentir-se enganada e deixar o amigo-superficial para trás.
É fato que tenho problemas para conversar, talvez por medo do que pensem de mim. Mas nesse suprimir de verdades, posso, na verdade, acabar por fazer amizades forçadas, que é o pior tipo o qual pode existir.
Quero relacionamentos verdadeiros, sim, mas teria que apresentar às pessoas fatos que eu mesmo insisto em ignorar.
Não os ignoro. Excluo-me de minha própria vida.
Pergunto-me: seria eu mais feliz?
quarta-feira, 21 de abril de 2010
sexta-feira, 9 de abril de 2010
D.
E então eu percebi algo que já aparecera antes em minha mente, mas em que eu recusava a acreditar:
não estou preparado para o mundo.
não estou preparado para o mundo.
sábado, 3 de abril de 2010
D.
E continuo com um sentimento em mente.
Uma ação involuntária que, há pouco, deixava-me confuso.
Não posso dizer que passou.
Pode levar a vida inteira e se leva a vida inteira, não é, pois, passageiro.
É um estilo de vida.
É uma vida.
Uma ação involuntária que, há pouco, deixava-me confuso.
Não posso dizer que passou.
Pode levar a vida inteira e se leva a vida inteira, não é, pois, passageiro.
É um estilo de vida.
É uma vida.
terça-feira, 2 de março de 2010
C. T.

É uma série muito boa e divertida. Trata-se de uma mulher divorciada, Jules (Courtney Cox), que se tornou mãe aos 20 e poucos anos e, para criar o filho, "perdeu" a curtição dessa época da vida. Agora, aos 40, ela tenta recuperar o tempo perdido ao lado de uma amiga do trabalho, Laurie, que está na casa dos 20. Seu vizinho, Grayson (Josh Hopkins), também na casa dos 40 e divorciado, satisfaz-se com garotas bem mais jovens. A rixa entre ele e Jules acaba se tornando amizade e com alguns sentimentos em jogo. O ex-marido de Jules, Bobby, que mora nas proximidades, em um barco, ainda sente algo por ela. O relacionamento entre mãe e o filho, Travis (Dan Byrd), é bem íntimo, o que causa constrangimento no garoto. Jules possuí, ainda, outra amiga, Ellie, também com 40, que é sua vizinha, casada e possui um bebê. De forma cômica, ela trata o marido, Andy, como um animal de estimação, o qual tem uma grande relação de amizade com Bobby.
Bom, meu resumo não ficou lá grandes coisas, mas essa série é bem legal.
Assistam!
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
D.
Por quê?
Preciso saber mais sobre Deus. Digo isso, pois estou a assistir a True Blood, segunda temporada, outra vez. O Godric se matou. Disse que "isso é errado... nós somos errados". Como pode ele pensar isso? Ok, é uma série sobrenatural, mas não somos todos criações de Deus? Logo, ele também seria. O que o fez achar-se "errado"? Não há nenhum outro criador, pelo menos para a mentalidade cristã, mas Godric lamenta-se pela sua existência e espera ser punido por isso.
Lembro-me da aula de literatura do Adriano sobre "Crônica da Casa Assassinada". O diabo seria a ordem, a opressão, a vergonha, enquanto Deus seria a liberdade, a superação das diferenças, o prazer. Em algumas "partições" das religiões, o prazer é atrelado a demônios. Se uma pessoa sente-se tão bem ao praticar uma ação, ela, provavelmente, está possuída. Daí vem aqueles exorcismos, falsos a meu ver. É incrível como esses rituais possuem tamanho efeito nas pessoas. É como um efeito placebo. O "possuído" faz todas aquelas poses e contorções por causa dos berros e palavras fortes que o exorcista usa, sem contar que há uma infinidade de fiéis ignorantes a gritar "Amém!" ou "Aleluia!", incentivando o ritual. Lembro-me de um episódio de "House", no qual há um paciente doente no avião. Como não sabem o que ele possui, acham que trata-se de uma doença contagiosa. Logo, todos no avião apresentam sintomas parecidos e acreditam que são vítimas de um vírus ou bactéria mortal, quando, na verdade, o primeiro doente não possuía doença contagiosa. House, quando descobriu que não havia perigo de contaminação, fez um teste: anunciou que o paciente possuía uma doença altamente contagiosa e mortal. Após dizer isso, tosses aqui, espirros ali, vômitos acolá. Todos ficaram doentes, sendo que, na verdade, não havia uma doença. Era a mente pregando uma peça. Já assisti a programas científicos no GNT, NatGeo e Discovery sobre isso. É como se fosse um stress contagioso provocado por nossas mentes. Basta ficarmos em ambientes onde algo que nos assusta ou que evitamos acontece e pronto. Nossa reação é quase sobrenatural. Junte a ela bandos "alienados" e voilá! Temos um ritual de exorcismo.
Lembro-me da aula de literatura do Adriano sobre "Crônica da Casa Assassinada". O diabo seria a ordem, a opressão, a vergonha, enquanto Deus seria a liberdade, a superação das diferenças, o prazer. Em algumas "partições" das religiões, o prazer é atrelado a demônios. Se uma pessoa sente-se tão bem ao praticar uma ação, ela, provavelmente, está possuída. Daí vem aqueles exorcismos, falsos a meu ver. É incrível como esses rituais possuem tamanho efeito nas pessoas. É como um efeito placebo. O "possuído" faz todas aquelas poses e contorções por causa dos berros e palavras fortes que o exorcista usa, sem contar que há uma infinidade de fiéis ignorantes a gritar "Amém!" ou "Aleluia!", incentivando o ritual. Lembro-me de um episódio de "House", no qual há um paciente doente no avião. Como não sabem o que ele possui, acham que trata-se de uma doença contagiosa. Logo, todos no avião apresentam sintomas parecidos e acreditam que são vítimas de um vírus ou bactéria mortal, quando, na verdade, o primeiro doente não possuía doença contagiosa. House, quando descobriu que não havia perigo de contaminação, fez um teste: anunciou que o paciente possuía uma doença altamente contagiosa e mortal. Após dizer isso, tosses aqui, espirros ali, vômitos acolá. Todos ficaram doentes, sendo que, na verdade, não havia uma doença. Era a mente pregando uma peça. Já assisti a programas científicos no GNT, NatGeo e Discovery sobre isso. É como se fosse um stress contagioso provocado por nossas mentes. Basta ficarmos em ambientes onde algo que nos assusta ou que evitamos acontece e pronto. Nossa reação é quase sobrenatural. Junte a ela bandos "alienados" e voilá! Temos um ritual de exorcismo.
Ficou claro que não acredito em demônios. Sexo, drogas, rock'n roll... há quem diga que quem pratica essas ações está com um demônio no corpo. Lembro-me da mãe da Tara alimentando seu vício e culpando o demônio (é tão mais fácil colocar a culpa em outra pessoa ou coisa, certo?). A não ser que a pessoa crie chifres ou sofra uma transformação mega, comece a citar frases em línguas antigas e mova objetos com a mente, não acredito que seja um demônio. O fato de uma pessoa ser "curada" nos rituais de exorcismo deve-se à crença que elas possuem. Quantas vezes já não vimos situações de pessoas que sofrem de algum mal, mas, no final, estava tudo dentro da mente delas? Os cientistas ainda estão longe de decifrar o cérebro. Talvez seja por isso que alguns ainda insistem em dizer que são demônios agindo. O desconhecido nos faz criar, elaborar. Ainda acreditaríamos que a Terra é o centro do universo se não tivessem provado o contrário. Ainda acreditaríamos que as doenças são maldições ou castigo dos deuses! O pior é que ainda temos muito dessas crenças ridículas. O belo é bom e o feio é ruim. É sempre assim. Somos forçados a ver modelos perfeitos de vida e acreditamos que eles são "o bom". Pode dar certo para alguns, mas a maioria não passa de um disfarce. E ninguém quer ceder ao "feio", àquilo que a sociedade não está acostumada, pois pode ser ruim, pode fazer mal.
A Sociedade do Sol condena infinitas ações, pois dizem que Deus é contra, Deus não gosta. Ora, mas Ele é o grande criador, o único. E Deus é bom! Para que criaria, então, algo que nos fizesse ter ódio e rancor a ponto de exterminar os supostos infiéis? Esses sentimentos são humanos e somos capazes de tudo quando os deixamos tomar conta de nós. Até mesmo de escrever inverdades e colocar o nome Dele no meio, só para alguma credibilidade, para que os outros tenham medo de questionar.
Quem somos para saber o que Deus quer? Podemos tentar deduzir que, se Ele é bom, quer a paz, a vida em comunidade, respeito e outros valores que criamos para tentar amenizar os ódios.
Há muito nos deixamos ser influenciados por palavras vagas e interpretáveis pelas eras...
A Sociedade do Sol condena infinitas ações, pois dizem que Deus é contra, Deus não gosta. Ora, mas Ele é o grande criador, o único. E Deus é bom! Para que criaria, então, algo que nos fizesse ter ódio e rancor a ponto de exterminar os supostos infiéis? Esses sentimentos são humanos e somos capazes de tudo quando os deixamos tomar conta de nós. Até mesmo de escrever inverdades e colocar o nome Dele no meio, só para alguma credibilidade, para que os outros tenham medo de questionar.
Quem somos para saber o que Deus quer? Podemos tentar deduzir que, se Ele é bom, quer a paz, a vida em comunidade, respeito e outros valores que criamos para tentar amenizar os ódios.
Há muito nos deixamos ser influenciados por palavras vagas e interpretáveis pelas eras...
...
Fui criado cristão, por pais cristãos, em uma sociedade cristã.
Deixei de ir à Igreja e de acreditar nas palavras que incitam o ódio e a intolerância, por tudo o que já fizeram com a humanidade ao longo das Idades.
Acredito que Deus é o único criador e que sua palavra vale a partir de suas criações e não dos dizeres de um livro (a história é escrita pelos vencedores, sempre, ainda que sejam corruptos e que tenham agido por interesses próprios ao invés dos comuns).
...
Fui criado cristão, por pais cristãos, em uma sociedade cristã.
Deixei de ir à Igreja e de acreditar nas palavras que incitam o ódio e a intolerância, por tudo o que já fizeram com a humanidade ao longo das Idades.
Acredito que Deus é o único criador e que sua palavra vale a partir de suas criações e não dos dizeres de um livro (a história é escrita pelos vencedores, sempre, ainda que sejam corruptos e que tenham agido por interesses próprios ao invés dos comuns).
...
Os humanos se colocaram acima de todas as outras criações, para se sentirem superiores, únicos para Deus, diferentes de todos os outros animais.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
W. i.
Quando a morte vem e não percebemos
Minha casa passa por reformas. As paredes e tetos tortos me dão uma certa sensação de insegurança. Imagine se a casa toda despenca, de um hora para outra, e morremos esmagados. Sem pensar na dor (não sei se é possível senti-la quando se vira "papel" quase que instantaneamente), fico a refletir como seria o depois da morte.
E se morrêssemos, mas não nos déssemos conta disso? E se fôssemos para um universo paralelo tão semelhante ao nosso que nos impossibilitaria de notar qualquer diferença e, nele, continuássemos a fazer tudo o que fazemos neste? Se assim fosse/for, ao morrermos de forma instantânea, passaríamos para esse universo sem saber que morremos. Continuaríamos com nossas vidas mortas sem nem mesmo ter noção de que, em outro universo, nossos pais, familiares, amigos e conhecidos estariam a lamentar nossa partida. A vida de todos eles, de alguma forma, mudaria, por causa de nossa ausência. E não saberíamos de nada, afinal, não seria de nosso conhecimento o fato de não existirmos mais.
E se morrêssemos, mas não nos déssemos conta disso? E se fôssemos para um universo paralelo tão semelhante ao nosso que nos impossibilitaria de notar qualquer diferença e, nele, continuássemos a fazer tudo o que fazemos neste? Se assim fosse/for, ao morrermos de forma instantânea, passaríamos para esse universo sem saber que morremos. Continuaríamos com nossas vidas mortas sem nem mesmo ter noção de que, em outro universo, nossos pais, familiares, amigos e conhecidos estariam a lamentar nossa partida. A vida de todos eles, de alguma forma, mudaria, por causa de nossa ausência. E não saberíamos de nada, afinal, não seria de nosso conhecimento o fato de não existirmos mais.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
P.

1999 - Era hora do recreio. Minha mãe me dera uma mochila térmica da Sadia. Eu a carregava pelo pátio. Não era estranho usar merendeiras naquela época. Avistei um garoto do meu especial... ah, brincávamos de polícia e ladrão! Era minha vez de ser o ladrão... eu corria, ah, como corria. Mas ele me agarrou pela merendeira (maldita!). Comecei a girar e girar, na esperança de que ele perdesse o equilíbrio e me soltasse. Um sorriso, e bastou isso, para que meu coração desse uma batida mais, o fôlego me faltasse e aquele momento congelasse por instantes. Eu senti algo... e ele também, mas não sentimos a mesma coisa. Ele parou de sorrir e soltou minha merendeira assim que o momento passou. Foi como uma quebra de encanto. O que será que ele viu?
2000 - Eu conversava sobre Pokémon com um amigo, um grande amigo. Caminhamos por entre as árvores, das mesas grandes às escadas. Atravessamos a escola e o papo não mudava. O Sol da manhã emanava uma luz aconchegante, bela, capaz de transformar tudo o que tocava. Foi quando essa mesma luz passou por entre as folhas de uma árvore e iluminou seus cabelos, seu rosto... O mundo parou por, talvez, um segundo. Pode ter sido mais, ou menos, vai saber. Mas parou. Faltou-me ar nos pulmões naquele momento... Eu olhava para um garoto e via, nele, algo além da amizade. Algo muito melhor...
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Percy Jackson e O Ladrão de Raios

No geral, em relação a efeitos visuais e sonoros, trama e atuação, o filme é bom. Mas peca horrores ao colocar os Estados Unidos como o centro da mitologia grega. Como assim, a Grécia, de repente, mudou-se para aquele país? Entrada do inferno em Hollywood, Olímpo na torre do Empire States, acampamento de mestiços com filhos de deuses com humanos os quais, adivinhem só, são todos americanos! Tudo nos Estados Unidos.
Percy não consegue ler em inglês, pois sua mente reorganiza as palavras para grego antigo. Mas, pelo que é passado no filme, isso só acontece com o inglês. Coitado dele, então, se fosse a outro país qualquer, ou mesmo à própria Grécia (que não conserva o grego antigo), e tentasse ler algo... Teria que traduzir tudo para o inglês, para que, só então, sua mente fosse capaz de transformar os escritos em escrituras antigas.
Tsctsc...
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Vou Te Excluir do Meu Orkut
Sei que as anos vão passando
E eu amando mais você
Dedicando sempre um
Amor sem fim
Bons momentos de paixão
E de felicidade
E eu sempre acreditei
Que o seu amor era verdade...
Você sempre jurou a mim
Eterno amor
Que um dia casaria comigo
E seria feliz
Mas você mentiu
E vi que estava errado
Um dia vi você sair
Com ex-namorado...
Eu vou te deletar
Te excluir do meu Orkut
Eu vou te bloquear no MSN
Não me mande mais
Scraps, nem e-mails
Power point
Me exclua também
E adicione ele...(4x)
...
Te excluir do meu Orkut
Eu vou te bloquear no MSN
Não me mande mais
Scraps, nem e-mails
Power point
Me exclua também
E adicione ele...(4x)
...
Que tristeza... =S
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
...

"Não importa o que você é,
apenas seja você mesmo"
apenas seja você mesmo"
Essa frase finalmente fez algum sentido para mim. Eu a compreendi! \o/
Onde vi isso? Num programa do GNT, quando uma mulher cantou essa música para uma adolescente em dúvidas.
Eu percebi (e senti isso!) que não preciso me enquadrar em nenhum estereótipo ou basear-me em algum arquétipo. Não há motivos para querer me exibir, sendo que nunca fui muito exibicionista. Preciso apenas ser eu mesmo, como sempre fui.
O problema, talvez, esteja no que os outros acham que eu sou. Como disse Padre Fábio de Melo, em uma de suas palestras, não exatamente com essas palavras: as pessoas devem ser o que são, como Deus as fez. Não devem ser o que a opinião alheia sugere. Cabe a cada um revelar-se e desmistificar perante o outro.
Resolvido.
Onde vi isso? Num programa do GNT, quando uma mulher cantou essa música para uma adolescente em dúvidas.
Eu percebi (e senti isso!) que não preciso me enquadrar em nenhum estereótipo ou basear-me em algum arquétipo. Não há motivos para querer me exibir, sendo que nunca fui muito exibicionista. Preciso apenas ser eu mesmo, como sempre fui.
O problema, talvez, esteja no que os outros acham que eu sou. Como disse Padre Fábio de Melo, em uma de suas palestras, não exatamente com essas palavras: as pessoas devem ser o que são, como Deus as fez. Não devem ser o que a opinião alheia sugere. Cabe a cada um revelar-se e desmistificar perante o outro.
Resolvido.
domingo, 31 de janeiro de 2010
S.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
domingo, 24 de janeiro de 2010
sábado, 23 de janeiro de 2010

¬¬'
Éder - ok
Eduardo - ok
Edmundo - ok
Edsandra - o quê!?
Edsheyla - Putz!
é alguma tradição de algum lugar colocar "Ed" na frente dos nomes!? o.O
Cremilda!?!?! CREMILDA!?!? Eu pergunto, ó Pai, por quê?!
Tem um/uma ELEONE ali tbm... é tipo Ele + One...??
eu não sei de onde veio essa de achar os nomes mega estranhos, mas enfim...
...
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
sábado, 16 de janeiro de 2010
M.F.


MODERN FAMILY: acho que passa na FOX, ou vai passar. Enfim, descobri essa série há pouco tempo. É divertida, tem um tipo de humor diferente, situações cômicas ou tão constrangedoras que arrancam pelo menos um "há" da gente. Não é baseada em ironias ou piadas, como Friends ou Two and a Half Man, com aquelas risadinhas irritantes (mas essenciais) no fundo. A filmagem parece como a de um reality show, algo como REAL HOUSEWIVES ou AMERICA'S NEXT TOP MODEL, com aqueles depoimentos individuais. As personagens até olham para a câmera em alguns momentos.
Bom, a série trata de uma família que é subdividida em três outras menores: o pai, com sua esposa colombiana mais jovem e o filho dela (mostram situações de casamento entre dois indivíduos de idades distantes, a relação do padrastro com o afilhado (sensível e maduro para a idade); a filha, com seu marido e três filhos (um pai que se considera jovem e amigo dos filhos, uma filha "burguesa", outra que quer ser o oposto da irmã, e um irmão meio "retardado"; e o filho, com o namorado e uma filha adotada (um deles tenta ser mais discreto e é tão preocupado com a opinião dos outros que só pensa nisso e praticamente esquece que o mundo existe. O outro é mais "livre"). Moram em casas diferentes e possuem vidas íntimas, o que divide o episódio. Em ocasiões, todos se juntam.
É engraçado e, como a maioria das séries de comédia, não nos toma tanto tempo (os episódios tem uma média de 22 minutos).
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
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