domingo, 30 de novembro de 2008
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Final... outro começo

sexta-feira, 14 de novembro de 2008
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Não consigo expressar meus sentimentos. Não consigo ser direto. Tenho que ficar dando voltas e voltas. Nunca escrevo nada objetivo. Meus pensamentos aqui expressos são, em sua grande maioria, ocultos. É claro que se pode ter uma idéia, mas nada é explícito.
Levemente triste =/
E o que mais me entristece nesses momentos é que não há com quem conversar ou passar o tempo.
Desisti de colocar frases no MSN ou em qualquer outro lugar, pois quando coloco, ninguém vê, ou se vêem, ignoram.
Sou apenas mais um ali, em alguma lista de "Outros".
Sou tão entediante assim?
Em alguns momentos, penso que sou um pouco diferente. Não me socializo facilmente. Não sei porquê. Talvez fatos passados de minha vida me fizeram assim. E me construí assim...
Apenas um supiro... é tudo o que tenho...
"Frustra-me ver que, nas horas vagas, meu único companheiro sou eu."
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Dias chuvosos
Gosto de dias chuvoso. Escrevo sobre tais, hoje, pois está chovendo. É um pensamento que há muito não muda em mim (por isso, chego a ter certeza de que gosto). Esses dias são incríveis. Amanhece escuro, a chuva grossa ou fina cai. Vem aquele friozinho. Não gosto de sentir frio. O que me agrada, realmente, são os dias, ou momentos, pós-chuva.
De manhãzinha ou no final da tarde, quando, entre nuvens negras, se abrem os raios de Sol e o tudo fica num tom amarelado, com aquela sensação gostosa, que transmite calma, esperança, alegria. Momentos em que, aqueles que prestam a devida atenção, desfazem de seus desgostos, ainda que por uma fração de minuto, mas o fazem.
O mundo muda após a chuva. As pessoas também.
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O que poderia outra pessoa achar de interessante em minha personalidade?
Auto estima: terrivelmente baixa.
O que me proporciona momentos de alegria? A música. Nada como um bom concerto, um quarteto/quinteto ou uma bela sinfonia."
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
O homem que sentou ao meu lado
O ônibus chegou. Entrei. Dois caras muito sugestivos à minha direita quando passei na roleta. Sentei mais ao fundo, sozinho. Uma menina ao meu lado (no outro banco). Senti algo, como uma vontade de sorrir para ela e abraçá-la. Ela desceu.
Passados alguns pontos, um cara vestido de branco, muito "simpático", subiu. Ele veio direto em minha direção, pediu licença e sentou-se ao meu lado (eu estava no corredor). Senti algo, como uma vontade enorme de agarrá-lo, um abraço carinhoso, um... ... ... mas, ao mesmo tempo, uma sensação de que não seria "correto", de que, de alguma forma, não era o que eu queria. Chegou no meu ponto. Ele me olhou enquanto estava a descer... Fui embora.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
03 de Novembro
sábado, 1 de novembro de 2008
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I love taking photos!
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I'm a little "revolted" this evening... Some thoughts through my mind...
Well, that's all. xD
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I like fashion things now... I found a site and WOW... great clothes, great compositions of these and of photographs... amazing.
I'm learning things with my camera... Someday... who knows?
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"Then Billy Brown fell in love with another man..."
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
I like it?
I've tried some... variety...
I kissed the first... I liked it
I kissed the second... Didn't like it, too "dead" for me
Then I kissed the third... Such a great kiss!
I kissed the fourth then... and I did hate that.
Who am I now?
Don't know.
I like the one who sits in front of me.
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
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quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Um mundo chamado meu
Não me lembro o porquê, mas me veio à memória algo que alguém antes disse, numa discussão rápida e um tanto insensível.
Isso fez com que eu organizasse algumas idéias daquilo que eu tenho disposição (ainda que, no momento, por infelicidade, muito pouca) para defender.
Idealizei um mundo e como ele seria.
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Algumas pessoas as quais conheço são muito focadas em algumas "tradições" e dizem não aceitar mudanças, mas se mergulham nelas.
Há quem não aceite alguns modos de vida contemporâneos, algumas realidades deste século. O porquê!? Dizem seguir tradições com aquela fala: "Foi assim até agora e não pode mudar."
Hum, alguns dizem isso por conta do que acreditam ser o certo e o errado. Então pergunto: essas pessoas já não estão mergulhadas em uma vida quase que totalmente diferente daquela tradicional? Alguns valores se conservam, claro, mas o modo de vida difere e muito. Basta dar uma olhada na sala e ali está uma televisão. O computador também não se safa dessa. E quanto aos hábitos? Os jovens se divertem das mais diferentes formas. Apenas em famílias extremamente conservadoras é que eles são 100% caseiros. E não digo que essas "saídas" sejam ruins, muito pelo contrário, apóio isso.
Daí vem a pergunta: se essas mesmas pessoas já aceitaram tantas mudanças aqui e ali, seja nos hábitos ou nos bens materiais, por que razão não podem abrir um pouco mais suas mentes?
Isso tudo é modo de vida. Uma pessoa que foi criada em um meio capitalista aprende, desde cedo, valores e hábitos desse meio. Para ela, esse é o mundo normal. Se quiséssemos implantar o socialismo no modo de vida dessa pessoa, a possibilidade de ela apresentar resistência é enorme! São poucos aqueles que aceitam mudanças nos hábitos ou no que estão acostumados a ver, sentir e ter. Essas mesmas pessoas, tão acostumadas com suas vidas, tornam-se, então, super resistentes a quaisquer mudanças que possam trazer-lhes prejuízos. Outras, recusam-se a aceitar outras realidades simplesmente por recusá-las.
Não as culpo por serem assim, afinal, elas foram criadas em uma sociedade que há muito "implanta" conceitos em suas cabeças.
Direto ao ponto: não acho errado um casal gay adotar uma criança. Que prejuízos isso traria?
Dizem que a criança pode ficar confusa. Ah, mas qual o motivo dessa confusão? Veja uma família heterossexual: se o pai tem idéias diferentes das da mãe, o filho fica confuso. Afinal, ele pode ou não pode fazer algo? Por que o pai acha certo, mas a mãe acha errado?
Bom, caso o casal homossexual seja controverso, o mesmo tipo de confusão pode aparecer no filho.
Diferenças até agora? Nenhuma.
Imagine, então, uma esposa que perdeu o marido. O filho não teve um pai presente, não soube o que era ter pai e cresceu muito bem sem tê-lo. Esse menino, no entanto, vai para a escola, lugar no qual ele vai se deparar com garotos que possuem pai. Ele, então, ao ver os outros garotos fazendo atividades pai-filho, começa a sentir falta de algo que nunca teve. Mas como é possível sentir falta do que nunca se teve? O pode ocorrer é que o menino, ao ver as outras crianças brincando felizes com seus pais, se imagina fazendo aquilo também. E daí começam as afirmativas do tipo: "Se eu tivesse pai, seria feliz!"
Opa! O que acaba de ocorrer? Percebem que, o que afinal fez o menino ficar confuso foi o fato de a sociedade (outras crianças com seus pais) passar a imagem de que crianças com pai são mais felizes do que as que não o possuem? O garoto era feliz até então, mas como há uma ordem de que famílias devem ter uma mãe e um pai para serem realmente uma família, o pobre do menino começa a se sentir confuso e pode até excluir-se ou ser excluído por não ter pai, fato que nunca interferira em sua vida até então.
Vejamos, agora, uma família com pais homossexuais. O menino foi criado por dois pais (ou duas mães). Esta é a realidade dele, por isso, o garoto não vê nada de anormal nisso. No entanto, num belo dia, esse garoto vai para a escola. Lá, ele conhece que outras crinaças tem pai e mãe. O menino chega em casa e pergunta o porquê daquilo, por que as outras crianças tem pais diferentes. Os pais explicam ao garoto o fato de sua adoção (que reagiria como qualquer outra crinaça adotada) e que as pessoas eram livres para amar quem quisessem, independente do sexo. Alguns são atraídos por mulheres, outros, por homens, mas não há nada de mau nisso.
O garoto volta, então, à escola. Para sua infelicidade, outros alunos descobrem que seus pais são homossexuais e começam a fazer críticas e brincadeiras de mau gosto. Ele, então, fica confuso (meus pais disseram que não há problema, que o que importa é o amor. Mas quando chego aqui, sou vítima das outras crianças. Por quê!?). O garoto, até então feliz com sua vida, começa a ver que, se ele tivesse pais heterossexuais, seria igual aos outros e não sofreria com as brincadeiras deles.
Opa! Analisemos a situação:
Onde as crianças, filhas de heterossexuais, aprenderam que a homossexualidade era errada e, por isso, motivo de piada?
Basta ligar a TV. As novelas, as séries, os filmes, os programas de comédia, todos passam a imagem de uma família e sociedade ideais. A população que assite àquilo e, com medo de não se encaixar, de ser diferente, adere o modo de vida ideal. E não é culpa só da TV, não. As famílias tradicionais também carregam parte dessa culpa. São famílias do tipo: "Deu certo até agora. Deve ser assim e pronto." que se recusam a aceitar e a respeitar os outros e acabam por passar isso aos filhos e privá-los de imagens que tenham o intuíto de fazer um casal homossexual ser como qualquer outro. Assim criam-se novos preconceitusos.
Duas crianças confusas.
Difenças: nenhuma.
Semelhanças: uma: âmbas as crinaças se imaginam em uma vida teoricamente mais feliz, afinal, é o modelo de vida gravado pela sociedade.
Concluo: o que é visto como diferente é fruto de uma idéia já formada por uma sociedade cega e resistente a mudanças. Como disse Y.R.: "O Mundo está podre."
sábado, 11 de outubro de 2008
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segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Outro mundo
sábado, 4 de outubro de 2008
Dia triste (final)
sábado, 27 de setembro de 2008
\o/
sábado, 20 de setembro de 2008
Conversar!?
Bom, há muito dizem que eu não falo nada. E quando digo nada, é absolutamente nada!
De fato não converso com ninguém aqui de casa. Não sei o porquê. Não me sinto livre.
Às vezes queria ter uma outra vida...tenho vontade de mudar pra um lugar onde ninguém me conhece e, lá, poder ser eu mesmo.
Não que eu esteja sendo falso, mas escondo alguns sentimentos por medo ou vergonha.
Eu devia, sim, deixar de lado o que os outros pensam, mas preciso deles para alguns fins. Interesse, isso? Não, mas imagine se eu conto algo sobre mim e esses outros decidem me excluir por completo. É como se me traíssem da forma mais terrível e fria possível! E então, nada mais importaria. Não em relação aos últimos.
Tenho que me descobrir, assumir quem sou para mim mesmo, pois só assim acho que alcançarei a tranquilidade.
Quanto ao fato de nunca terem me perguntado...o que é mentira, pois já o fizeram...depois de hoje, dou uma resposta: Sim, eu gosto!
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Damn!?
I wished, once, to the stars... I wished to the moon if they could give me a sign or anything that would help me to find myself.
On the day after that, I woke up and thought it was all done! I looked to a guy and felt something, I really did! And it wasn't just one. Actually, I felt something for all the pretty ones that I saw in that day. When I thought it was it, I woke up on the next day and, at the end of this last, I felt something for a girl... I didn't know what, exactly, but I did!
Damn! It mixed my head!
Today, on the bus, coming home, I saw a girl... she was really cute and I almost hugged her. But what if it was just a hug? I mean, would I enjoy being with her?
Sometimes I think I'm in this terrible doubt only because I've been "seeding" some thoughs in my mind.
Oh, damn! I don't know...
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Plano...
sábado, 13 de setembro de 2008
Um...dois...
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Perfeito!
Nuh! Nuh! Nuh!
Achei perfeito! Lindo, tudo!!! o.O
Emocionou-me d+! Muito mesmo!
Meu queixo caiu e ficou lá, porque eu não conseguia fechar a boca de jeito nenhum!
Lindo!!!
O violinista mó novo e "bonitinho"...foi incrível!
Bom, o concerto em Ré Maior foi o primeiro concerto pra violino que eu assisti...eu devia ter uns 14 anos...e com o Perlman a tocar, junto à Filarmônica de Berlim...foi o concerto que me fez querer tocar violino!
Ai, cara! Perfeito! XD *não consegue parar de rir*
domingo, 7 de setembro de 2008
Segunda carta ao leitor
Fico feliz em conseguir fazê-lo,
É o primeiro passo para construir uma nova vida!
Obladi Oblada
Molly is the singer in a band
Desmond say to Molly, girl I like you face
And Molly says this as she takes him by the hand
Obladi, oblada,
Life goes on, bra
La la how the life goes on
Obladi, oblada
Life goes on, bra
La la how the life goes on
Desmond take a trolley to the jewelers store
Buys a twenty carat golden ring, (rin-ring)
Takes it back to Molly waiting at the door
And as he gives it to her she begins to sing (sin-sing)
Obladi, obla-a
Life goes on, bra
La la how the life goes on
Obladi, oblada
Life goes on, bra
La la how the life goes on
Yeah, In a couple of years they
have built a home sweet home
With a couple of kids running in the yard
of Desmond and Molly Jones
Happy ever after in the market place
Desmond lets the children lend a hand
Molly stays at home and does her pretty face
And in the evening she's a singer with the band
Obladi, oblada
Life goes on, bra
La la how the life goes on
Obladi, obladaLife goes on, bra
La la how the life goes on
Happy ever after in the market place
Molly lets the children lend a hand
Desmond stays at home and does his pretty face
And in the evening she's a singer with the band
Obladi, oblada
Life goes on, bra
La la how the life goes on
Obladi, oblada
Life goes on, bra
La la how the life goes on
And if you want some fun
take Obladi blada
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Carta ao leitor
Hoje, sinto que sou "dois"...
(Há possibilidade de eu ser "dois"?)
E amanhã? Serei "um"?
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quarta-feira, 3 de setembro de 2008
terça-feira, 2 de setembro de 2008
...
Foi um diálogo:
Quem acredita em Deus, quando morrer, saberá se Ele existe ou não. Já quem não acredita, quando morrer, se Ele existir, vai "levar ferro".
Não foi exatamente assim, mas algo parecido.
Bom, eu achei paia, muito paia...
Dizem os religiosos que Deus criou os céus e a Terra e os seres que nela vivem, e o que amor Dele é o maior de todos.
Dizem os religiosos que todas as pessoas são puras em seu coração e em sua mente. Quando elas praticam algum ato considerado como pecado, é por que alguma "força maligna" atuou sobre elas e, como esta mesma "força" é a culpada de seus atos, aquelas devem ser perdoadas.
Dizem os religiosos que nosso Deus é único.
...
Ora, se Deus criou o céus e a Terra e os seres que nela vivem, e o amor Dele é o maior de todos, por que então há tanto ódio, fobias e horror por parte daqueles que são, de fato, fiéis, mas condenam os que pecam (de acordo com O Livro) por acharem que estes "sujam" a imagem Dele? Se o amor Dele é o maior de todos e foi Ele quem nos criou, não amaria a todos da mesma forma? Qual a razão dessa "competição" de quem acredita e quem não acredita, do que é mais e do que é menos fiel, do que peca e do que não peca? E se as pessoas pecadoras não tem culpa de seus atos, já que estes provém de uma fonte de maldade, por que há tantas acusações, tantas rejeições?
Se Ele nos criou e nos ama, qual a diferença entre acreditar, acreditar obsessivamente e não acreditar? Por que motivos Ele haveria de querer o mal para aqueles duvidosos ou não crentes??
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Ora, se aqueles que não acreditam em Deus correm o risco de "se ferrar", o que dizer das outras religiões espalhadas pelo mundo? Todos eles estão condenados? Porque, com certeza, há mihões de indivíduos que acreditam em outro deus (ou outros deuses) e que também pensam da mesma forma que aquele o qual disse a frase em vermelho. E então? Com deuses diferentes, como saber quem será salvo e quem vai "se ferrar"? Haveria uma separação?-Opa! Você acredita em X, vai pra esquerda! Você acredita em Y, pra direita! Você não acredita...vai pra Z. (terrível ilustração, eu sei, mas com o mesmo objetivo)
Ahm, oi!!!? Se, de acordo com a Bíblia, foi Deus quem criou os céus e a Terra e os seres desta, por que motivos existiriam outras religiões com fiéis tão fiéis quanto os daqui?
Uma outra amiga uma vez me disse que a Bíblia é um guia de vida (Sim, claro! Afinal, ela é a base de uma religião, que nada mais é que um modo de vida) e que ela existe para que o caos não tome conta da humanidade (concordo, novamente. Afinal, se não estivesse escrito que matar é um pecado, todos se matariam nos dias de hoje).
Poxa, mas isso é um modo de vida, são questões adotadas pela ética para tornar a vida em sociedade mais agradável, melhorar a convivência humana, sem a dor, a tristeza, os sentimentos que afloram quando há alguma injustiça, entre outros...
Caio no homossexualismo. A Bíblia diz, em algumas passagens, que alguns homens invadiam a casa de outras pessoas e abusavam sexualmente destas.
“Onde estão os homens que, à noitinha, entraram em tua casa? Traze-os fora a nós para que abusemos deles.” Gênesis
“eis que os homens daquela cidade, filhos de Belial, cercaram casa, batendo à porta; e falaram ao velho, senhor da casa, dizendo: Traze para fora o homem que entrou em tua casa, para que abusemos dele. O senhor da casa, saiu a ter com eles, e lhes disse: Não, irmãos meus, não façais semelhante mal; já que o homem está em minha casa, não façais tal loucura. (...) Porém aqueles homens não o quiseram ouvir...” capítulo 19 do livro de Juízes.
Mas até passagens mais recentes, não há nenhum dizer sobre a proibição do ato homossexual.
Ao longo do tempo então, o que impediria os seres humanos de generalizar: "Todo homossexual é assim e por isso é pecador!" até o momento em que São Paulo (que não sei como foi considerado São, pois apresenta claramente muita discriminação) diz: "Não vos iludais! Nem os impudicos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os depravados, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os injuriosos herdarão o Reino de Deus" (1Cor 6,9-10).
Ora, se por um lado a Bíblia diz que que o pecado é alguem abusar dos outros, não importa de que forma, por outro, um São, exemplo de generalizador, alega que todos os bêbados, efeminados e sodomitas são depravados, ladrões e indignos do reino de Deus. Poxa, nem todos que se encaixam na primeira descrição são depravados e ladrões. Muitos são gente até melhor que os próprios fiéis, mas são condenados por causa de alguma prática, até em São Paulo, principalmente, nunca condenada!
Coisas me deixam frustradas. Por isso não sou adepto a essas religiões. Elas não vêem o mundo, só tem olhos para algo focado e condena tudo aquilo o que não lhe convém.
Poxa, é como se tivéssemos voltado aos piores anos da Idade Média!
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Muito mais perigosos são outros projetos semelhantes, que estão tramitando na surdina, sem chamar a atenção do público. O mais perigoso de todos é uma Proposta de Emenda Constitucional, a PEC 67/1999 do deputado Marcos Rolim (PT - RS ), que "altera os artigos 3º e 7º da Constituição Federal". Se aprovada, a emenda proibirá expressamente no art. 3º os "preconceitos" ou "discriminação" por motivo de "orientação sexual". No art. 7º inciso XXX, proibirá que alguém deixe de ser admitido ao exercício de alguma função por motivo de sua "orientação sexual". Em outras palavras, o homossexualismo passará a ser um direito constitucional.
Há quem pense que o mais perigoso de todos os projetos de lei contra a família brasileira seja o PL 1151/95, da ex-deputada federal Marta Suplicy (PT/SP), que "disciplina a parceria civil registrada entre pessoas do mesmo sexo e dá outras providências". Justamente por ser tão agressivo, ao tentar instituir o "casamento" de homossexuais (disfarçado sob o nome de "união civil" ou "parceria registrada")...
O Projeto de Lei 3099 de 2000, do deputado Pompeo de Mattos (PDT - RS), "dispõe sobre a obrigatoriedade de disciplina ‘orientação sexual’, nos currículos de quinta e sexta séries do ensino fundamental das escolas publicas e privadas". Se aprovado, toda escola será obrigada a ensinar aos adolescentes que é indiferente casar-se com alguém do mesmo sexo ou do outro sexo. E os pais serão obrigados a tolerar tal ensinamento.
Quer mais frases assim?
http://www.cacp.org.br/movimentos/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=1060&menu=12&submenu=5
Quando alguém assim se tornará, por Deus!, um ser humano?
=/
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
o.O?
Espero muito passar na UFMG...
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Na volta pra casa ontem, fui abusado! Aff! Fala sério viu. Esse povo estranho que fica apalpando gentes nas ruas. Um cara mó estranho a pegar em mim...e pra disfarçar, ficava me perguntando coisas. ¬¬'
Uma vez li em alguma revista sobre os ônibus e metrôs na Cidade do México e também em algumas cidades grandes do Brasil (São Paulo e Rio), nas quais existem carros/vagões separados pra mulheres, pois estas estavam muito incomodadas com oas assédios. Quando li, não consegui pensar em muitas coisas, afinal, nunca vi alguém ser "tocado" em público, contra a vontade (ou, pelo menos, nunca percebi).
Bom, depois do que me passou, senti algo, creio eu, bem parecido com tal situação!
Poxa, que coisa, não!? Esse povo que acha que tem liberdade assim! Mesmo aqueles que querem começar um relacionamento, não é assim que se faz. Não se sai apalpando o povo na rua ¬¬'. (frustrado)
Tipo, era um cara velho já (50 anos, aparentemente) e feio e estranho e....argh (náuseas).
Isso tudo no ponto de ônibus... só faltava o ser pegar o mesmo ônibus que eu >.<>
Tá, mentira... ainda bem que não! Aff., aff, aff! ¬¬'
Bom, depois do ocorrido, pensei um pouco e tive um pouco de "compaixão?" do indivíduo. Pensei em como devia ser a vida dele... Gay, velho e desesperado (ou tarado mesmo) a ponto de fazer coisas assim.
É fato que quando as pessoas envelhecem, as chances diminuem, principalmente com os mais jovens. (Ou seja, se você tem 50+, a possibilidade de namorar alguém com menos de 25, ou sei lá, é baixa).
Caraca, que vida triste, não!? Arrependimentos... sei lá...
Não gosto de ter dó das pessoas, acho injusto com elas. Tem gente que não gosta que os outros tenham dó dela.
Então, né... *suspiro*
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Eu preciso muito começar a sair... sair realmente, para comemorar coisas, ou aquelas saidinhas com amigos depois de uma simulado como o de hoje!!!! xD
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Hoje, no ônibus de volta, foi legal X'D
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Ah, vida!
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Em aberto...
"Se me perguntarem, eu falo!" - por Wilio
É algo que sempre digo a mim mesmo. Quando alguém me perguntar, vou dizer a verdade! Pelo menos foi o que pensei... ¬¬'
Perguntaram-me hoje. Disse, porém, algo que não foi a verdade e nem mentira... ah, droga! ¬¬'
Queria poder dizer, sim, mas eu mesmo não tenho certeza.
Não faço nenhuma questão de "aparecer" para mulheres. Tanto faz o que elas acham de mim. A situação muda com homens. Talvez eu seja uma "competição", ou pode ser outra coisa.
Quero muito conversar a respeito, mas vejo que, com certeza, haverá muitas repressões.
O que fazer então!? Conversar assim mesmo!!
Estou em aberto, então.
o.O
terça-feira, 26 de agosto de 2008
**
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
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domingo, 17 de agosto de 2008
Futuro
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
o.O
Inscrição da UFMG ontem. Foi um tranqüila, mas algumas perguntas eram muito chocantes! A que mais me marcou:
26 - Qual é a sua participação na vida econômica de seu grupo familiar?
Não trabalho nem contribuo para o sustento da família
Terrível, direta e fria... muito fria...
Enfim... Decidi-me por A&U... espero muito conseguir uma vaga, muito mesmo!
Bom, hoje foi dia do estudante... Legal, legal... O colégio nos ofereceu cachorro quente com refrigerante. (¬¬') Pelo menos a 1h de recreio foi boa. xD
Ahm, não cito nomes aqui, mas se a pessoa ler, provavelmente (é o que espero) saberá que estou a falar dela.
Estamos distantes... há um abismo entre nós e não sei o quão fundo é para me arriscar a chegar do outro lado. Estou disposto a atravessá-lo, mas é preciso que o céu fique mais claro.
Por enquanto, tudo por causa de duas outras pessoas. Uma relacionada com ela e outra, comigo (ou é o que pensam). Não há relacionamento algum... apenas uma conversa aqui e outra ali... E tudo por causa de uma idéia... "Experimentar" seria a palavra.
Percebi algo hoje. Estava a despedir-me de alguém, quando outrém me encarou, com um sorriso o qual já eu vira antes numa situação um tanto... ahm, sinto, mas não tenho palavras para descrevê-la.
Pudera eu ter a mente mais "esclarecida". Não no sentido histórico, da era dos reis, mas no sentido de ter os sentimentos bem definidos.
Acho que estou a me organizar. Foram raras algumas sensações nesta última semana. Alguns sentimentos ficaram fortes, sentimentos bons (na visão geral da sociedade).
Ah, o RioCello começou hoje. Infelizmente, não estou lá. =/
Mas não lamentarei sobre a oportunidade perdida. Passou... fica pra uma próxima. *suspiro final*
"Morcego tem pena!? - Por que eu tenho pena de você!" ¬¬' skapsukaspuoasukasak
ok, neh
xD~
sábado, 9 de agosto de 2008
RioCello!
Hoje recebi um e-mail do RioCello International o qual contém a informação de que consegui uma bolsa para assistir/participar das masterclasses que lá vão acontecer!
Poxa, uma bolsa é bem importante, não!? xD
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Sozinho
Acontece ao entrar no MSN, Orkut, ao ir a lugares, até mesmo nas proximidades de casa. Pode parecer um sentimento meio egoísta, mas não. Seria se eu não os quisesse próximos de ninguém além de mim. Não é isso. Desaponto-me ao ver que não são muitos os que conversam comigo por livre vontade. Tenho amigos, ótimos! Mas conversar com eles em momentos assim é meio forçado e, quando esse "esforço" acontece, fico sem assunto. Vem aquele silêncio terrível...
Há quem se distancia... e apesar do que diz, não posso fazer muito, pois há, agora, outra pessoa. É chato querer ficar junto a alguém, mas não poder, porque este está acompanhado. Sinto-me um inútil, um bobo...
segunda-feira, 28 de julho de 2008
*suspiro*
Sentimentos não muito legais.
Hoje li um post antigo de uma amiga. Ela falava sobre sua indignação com as pessoas que se calam. Logo pensei naquelas que não têm coragem de dizer o que sentem ou o que querem, por ter vergonha de si mesmos, por não ter receios do resto do mundo. Sim, exagerei muito, mas foi necessário. Talvez a vergonha não seja a grande culpada, afinal, um ser humano sente-se envergonhado porque está imerso numa sociedade de padrões, de hierarquias, e aqueles que tentam sair, ou saem apenas por serem o que são, tornam-se alvos de olhares e conceitos, rótulos! Mas logo se lê aquelas frases, de grandes filósofos, pessoas influentes ou mesmo naquelas revistas terríveis de fofoca, as quais dizem "Seja você mesmo", "Somente o ser humano que conheci a si e se assume diante do mundo é apto a conhecer este mundo", entre outras.
Como há alguém de ser ele mesmo, de lutar por aquilo que quer, se não há chance?
Indinação.
Estava a passear com meu cachorro, quando passo do lado de uma mulher. Ela começa a falar: "Deviam construir lugares para os cães fazerem essas porcarias.". Encarei-a e virei-me. Continuei a andar e a mulher a falar: "Deviam era multar esse povo que deixa o bicho fazer essas coisas e não limpa!", "Ah, essa gente que vem de longe e trás os porquinhos pra cá, só pra fazerem essas plastas!!". Aff, fala sério né! Que vontade terrível de argumentar diante dessa dona. É frustrante saber que sou uma dessas pessoas que não fala, não consegue expressar o que sente, pois não gosta de conflitos. E fico com aquelas palavras presas na garganta, prontas para pular, mas engulo-as. Como queria vomitá-las, ter uma verborragia daquelas. Isso me faria sentir muito melhor! Por que não consigo!?
...
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domingo, 27 de julho de 2008
Barroco
"Desafinei" o Lobiscello (apelido do Remo) para ele ficar mais parecido com os cellos barrocos. Nossa, ele se mostrou perfeito com a nova afinação e me deixou tocá-lo como nunca!
Caraca, muito bom. Infelizmente não durou muito, pois logo que tentei tocar o concerto do J.C.Bach as cordas não se mostraram muito amigáveis (elas estavam um pouco frouxas demais, o lobo do Mib passou pro Mi natural, enfim...foi uma confusão) o que me obrigou a voltar com a afinação convencional. Foi bom enquanto durou ^^.
Ah, Barroco!
sábado, 26 de julho de 2008
Um dia!
História dos Lobiscellos
Há muito tempo, em uma terra distante, um garoto que tocava violoncelo, chateado com a vida e com o som monótono de seu instrumento, resolveu parar à beira de um rio para pensar no sentido da vida. Era uma nascente, logo deduz-se que estava no alto de uma montanha. O garoto, então, começou a adimirar(momento: amiga me liga *-* own *vontade de chorar*) os sons da natureza, mas nenhum deles era muito atrativo. Foi quando escutou um latido que mais parecia um choro, triste, distante. O jovem se pôs de pé e correu em direção àquele uivo que parecia entristecer o mundo. Subiu o resto de montanha como nunca subira em nada antes! Quando chegou ao topo, viu, sob a luz de um luar amarelado, um lindo lobo de pêlo cinza estonteantemente brilhante, brilho o qual quase cegou o garoto. O animal estava ali, a lamentar por algo e o garoto não fazia idéia pelo quê. Foi então que o lobo começou a falar: "Por que motivos a vida é tão injusta!?". O garoto, espantado, perguntou: "De que está a falar!?", e o lobo respondeu: "Com tantos sons, tantos tons no mundo, por que motivos eu só emito um?". E uivou tão dramaticamente que o mundo montanha abaixo pareceu ruir. O garoto não aguentou, começou a chorar: "Você não devia reclamar! O seu som é capaz de mexer com o mundo! Olha essa dramaticidade! Essa emoção! Por que eu não consigo ser tão expressivo, tão tocante!!!??? POR QUÊ!!?!??". E lá ficaram os dois, no alto da montanha, o garoto com um violoncelo e o lobo. Diz a lenda que os dois ficaram tanto tempo a se lamentar lá em cima, que o tempo passou diante de seus olhos, mas âmbos não foram capazes de enxergar. Em espírito, os dois seres vivos tornaram-se um só e, na ausência de um corpo (pois os seus há muito já haviam sido decompostos e levados pelos ventos), "encarnaram" no único ser ali existente: o violoncelo. No novo corpo, foram capazes de produzir um som único capaz de entristecer todos, principalmente aqueles que o executam.
Uma mistura dos espíritos de um humano e um lobo dentro de um violoncelo. Foi assim que nasceu o Lobisomocello ou Lobiscello, conhecido, popularmente, como Lobo.
Fim
Pois é, né...
tenho que tomar banho X'D
o/
quinta-feira, 24 de julho de 2008
Concerto!
Concerto hoje (ontem). Violino e Orquestra do Samuel Barber e sinfonia do B...(hmm, n sei o nome e to com preguiça de pegar o programa). MUITO BOM! ÓTIMO!!!
Adorei o concerto pra violino, máster expressivo, tocante, chocante :')
e a sinfonia também foi linda... ainda mais depois de ter lido a história que existe por trás dela...um jovem que amava uma jovem e se envenenou, teve alucinações, procurou por seu amor e acabou por morrer... :'( Linda! XD
Ah, e ganhei um autógrafo do violinista...canadense, toca um Stradivarius XD
o/
domingo, 20 de julho de 2008
Sunday morning rain is falling... and people blocking!
Damn Sundays! People that don't have nothing else to do on this dreadful day, what do they do!? Download files! Navegate as they never, NEVER! did that before.
-Oh, cool! It's Sunday, let's have a Sundae?
-Nooo! Let's get ourselves into the Internet and download and upload thousands of files to block those ones which the only funny thing to do on the weekend IS downloading episodes of, i don't know....ANIMES!?
Hate you all! ¬¬'
sábado, 19 de julho de 2008
"..."
Muito bom! A casa dela é linda, as carnes estavam ótimas, os jogos também!
Mas enfim, não é disso que venho falar aqui.
Fiz um "teste" daqueles não muito confiáveis. Dizia que tenho algo inconsciente que atrai as pessoas, fazem de mim alguém carismático e atrativo, mesmo que eu não perceba. Não que eu ache isso ruim, mas bem que me podia ser útil pra algo, não!? Talvez na procura de alguém ou na simples ocasião de encontrar esse alguém por pura coincidência.
Mudança de assunto...
Estava eu a assitir a vídeos no YouTube, quando leio comentários sobre o mesmo. Tratava-se de um vídeo de um adolescente o qual tocava violino razoalvelmente bem. O comentário dizia algo do tipo: ei, sua afinação pode não ser a melhor do mundo, mas você terá tempo para trabalhar nela durante sua vida. Aproveite enquanto você é jovem! Saia, faça contatos, tenha relações, porque as habilidades podem ser adiquiridas em outros momentos da vida, mas você nunca terá sua juventude de volta!
E isso me fez pensar... muito...
Será que o tempo que passo em casa, meio que a isolar-me do resto do mundo, seria uma "perda da juventude"? Já pensava sobre isso antes... Quero dizer, tenho uma idade ótima para fazer coisas de adolescente e estou a perder essa fase da minha vida! E por quê!? Por uma afinação melhor? Por mais habilidades? É claro que isso influencia meu futuro, mas devia eu viver o presente e parar de pensar no futuro, o qual ainda me é incerto, já que não tenho certeza da carreira a qual quero me dedicar?
Depois pensei "Opa, a concorrência! Gente invejosa que diz essas coisas apenas para desincentivar o garoto a tocar, porque ele realmente tem um futuro com tal coisa."
Aff, é foda!
Eu queria ter não algumas, mas várias experiências e podia tê-las, mas estou a jogá-las fora pelo quê?!
Ah, vida...
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Não muito bem.
domingo, 13 de julho de 2008
Tias!?
Pois é, né? Que coisa! Não tenho a mínima vontade de ir em lugares assim, principalmente com tias X'D.
Pensei na possibilidade de me "descobrir" mais por lá, mas acho que não é o lugar certo e nem o melhor modo. Como disse minha amiga, o melhor jeito de saber é experimentando. Só que não quero esse tipo de experimento. Parece um tanto grosseiro, ou algo assim.
Enfim, só isso por hoje.
Vou ganhar uma câmera! ^^ Talvez. Aí sim vou "retratar a realidade!" XD
"Uma baita e com um chapéu daqueles!"
"Ele não anda mais pelado por aí!"
aiai...
sábado, 12 de julho de 2008
18 anos.
sexta-feira, 11 de julho de 2008
Passada na vida (momentos)
Incertezas, desconfianças, não saber o quer. Conflitos internos. E duvidam de uma característica minha. Mudo de assunto, fujo. Mas até quando? Até quando vou agüentar fugir? Já estou quase à beira de dizer o que quero e o que sou (talvez seja, pois nem eu sei ao certo).
Achava que gostava de um, mas, nos dias que se passaram, tive tendências para o outro. Agora já não sei mesmo. Como se já não estivesse muito complicado ¬¬’.
Olho, encaro, analiso. Não tenho o que pensar. Por um lado vejo e aquilo me agrada muito. Consigo imaginar minha vida de tal jeito. Daí olho do outro e também vejo. Mas não me é muito atrativo.
Às vezes acho que tento ser o que não sou, apenas para ser diferente. Tenho essa coisa de “unicidade”. E estou ficando velho. Olho para minha vida e vejo que não fiz nada até agora no sentido que estou a falar. Queria fazer. Não me faltam oportunidades, mas tenho medo das repressões. Há muito das últimas. Há quem diga que não liga, mas será verdade? E o que os mais próximos pensariam? É justamente por desconhecer essas pessoas nesse aspecto que não me arrisco a me definir. E também não gosto de me definir, pois mudo fácil de idéia e pode acontecer, daqui a algum tempo, que eu mude minhas “preferências”. Se já me definir, os outros (droga de outros) vão considerar-me como sendo um certo tipo e pronto! Nada além disso. Daí, se mudo, vão estranhar “uai, mas ele não era...?”
Ó vida, ó indecisões.
Descobri mais alguém (na verdade, me foi falado). Já suspeitava, mas não arrisco muito dizer. Nada sinto. Há outro alguém, mas é apenas encanto.
Nasci. Não me lembro o que aconteceu aqui.
Tenho três anos e bati a cabeça no berço ao tentar pegar uma bola que nele estava.
Tenho alguma idade, não lembro. Empurrei meu primo com tanta força no velotrol que este se inclinou e o primeiro bateu a cabeça no chão.
Tenho sete anos (ou por volta disso). Assisto às Chiquititas. Compro álbuns, aprendo a dançar. Brinco de clubinho com minha prima e uma amiga dela. Construo um elevador. Imito a sirene.
Estou a brincar na rua. Uma menina me chega e diz algo que me ofende. Ela me agarra e me joga. Rasgo a blusa de um menino ao brincar de pega-pega. Foi sem querer.
Brigo com um vizinho. Ele me tacou uma pedra. Fui ao encontro dele. Ele ganhou.
Tenho amizades fortes na escola (1ª a 4ª série), mas, após a formatura, nunca mais vejo algum.
Entro no Batista. Faço novas amizades, algumas para toda a vida, outras duvidosas, mas quis o risco. Um deles tem ciúmes, o outro, desfaz-se de mim. Perco-os.
Mudo de turno. Faço, novamente, outros amigos. Amigas, agora. E assim fomos, desde então. É forte o laço que nos une e espero que fortaleça mais.
2006~2007 Faço uma nova amizade, a mais linda de todas, a mais incrível. Impossível descrever com palavras, mas possível com atos. Uma palavra? Eterna. Assim também espero.
Faço coisas das quais não sei se me orgulho. Gostei, mas a dúvida não sumiu.
Atualmente, não sei. Talvez eu não queira gostar ou não goste mesmo. Talvez já tenha me acostumado a sentir algo e criado barreiras contra o outro sentimento. Vejo uma placa: "Domínio próprio: rejeitar os desejos errados...". Não gostei muito dela, mas estaria certa? O que seriam desejos errados? Como sei de onde veio, tenho alguns em mente.
...
Velho estou, a vida passou em uma piscada e nada pude aproveitar, porque meus amigos não me aceitaram ou porque tive medo.
Morri.
terça-feira, 1 de julho de 2008
1º de Julho!
domingo, 29 de junho de 2008
Aff...história ¬¬'
sábado, 28 de junho de 2008
Pensamentos de pensamentos
terça-feira, 24 de junho de 2008
A Viagem



